vem tô aqui mas o vento não trará você a não ser que o vento que venta a lenta espera vente rente à minha janela vem tô esperando mas o vento não trará você a não ser quando o vento que sopra embora no breu sopre nobre o que é meu o vento não trará você mas vem tá? Dio
veja nos olhos do Fogo o alcance das imagens turvas oriundas do âmago invocado pelas alucinações desarticuladoras um quarto na língua da Serpente alarga o raio de ação a imaginação brota do ventre que cospe larva placenta incandescente de mil faíscas vivas formigam almas cambaleantes cometas-borrões irrastreáveis pegam pela mão e levam para voar no céu vermelho da antevisão pupilas saltam no sereno queimam sob o Manto Maior Dio